sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Depressão e síndrome do Pânico




Ao longo da história humana, desde a era das cavernas o homem teve  medo e este se tornou a sua mola impulsionadora.
Foi visto que uma forma de compensar este medo seria ter o poder sobre o que lhe trazia insegurança. Enfrentar feras selvagens, inimigos etc. Construiu armas e se reuniu em bandos. A força do bando lhe trazia segurança. Estes grupos humanos exigiam líderes, que cada um a seu critério desenvolveu a sua técnica de controle. Quanto mais indivíduos e armas mais força e poder. Mais força e poder exigiam líderes cada vez mais sagazes. Pela dor, sofrimento e morte, o homem interpretou por si mesmo o que era o mal, por tudo que era o oposto disso ele começou a crer no bem. Assim pela sagacidade dos líderes para se manterem no poder adotaram aspectos superiores, tinham que dar boas coisas as massas, ou que assim elas interpretassem. Bem e mal passaram a fazer parte dos jogos de poder. Isso posto dentro da crença humana que nos foi imposta de que estamos sozinhos no universo, pois se não o fosse nossos líderes perderiam o poder. Acredito que nossas células guardam a memória de tudo que a humanidade vivenciou ao longo de sua trajetória, ou pelo menos parte da ciência afirma isso. Tudo se basearia na capacidade cerebral de traduzir e interpretar, contudo usamos muito pouco deste instrumento. Desde menino vejo coisas com a qual sou confrontado, às vezes, mesmo que isso de ver o que a maioria não enxerga tenha se tornado rotina, certas visões me impressionam pelo nível de realidade tangível que trazem. Para finalizar darei um exemplo. Uma amiga que não via a anos. Tive um sonho onde ela chegou a minha casa em um caro de luxo, ao abraçá-la percebi que ela estava grávida, ela me disse que a gravidez era segredo, pois sempre perdia o feto antes de dois meses. Dias depois, ela de fato vai a minha casa de surpresa e tudo do sonho se cumpriu com cem por cento de fidelidade. O cérebro pode se comunicar por vias ainda desconhecidas, assim como na era das cavernas não tínhamos como imaginar um celular, hoje desconhecemos ou não usamos muito da sua real capacidade.
Hoje isolados em nosso egoísmo vivemos doenças característica dos tempos modernos, pelo afastamento gradual daquilo que transcende este mundo.

Fora coisa inútil

Jogando fora os cacos A terra fértil   Para minha alma   Sonhei que caminhava com um grupo, quando percebi que alguma coisa e...