terça-feira, 31 de março de 2015

A Deidade dela

 



Onde o véu era puro, a cabeça de Brahma a casta tua

Do negro dos teus olhos, sentenciei-me a pária feliz
Complexa e tão especial, presenteou-me a lua
No propósito de todas as coisas nossa história é raiz

Revelar-te divina em pedestal era propósito meu
Minha Deusa venerada por tantas eras em mim
Na curva da eternidade a beira-mar me fiz Romeu
A beber do cálice teu diva te fiz e sobreveio o fim

As bruxas me deixaram às trevas, mas tu me ergueste à luz
Do céu ecoou a sentença, céu e terra, noite e dia
Da revolta surge a rebelião e com ela a cruz

Por ti os leões foram a retiro, esqueceram a Guerra
Surge outra era e a esperança ainda viva desperta

A lembrar a Deidade dela por reviver na terra

Lúcifer, o projetista

Niom se manifestava através de um universo infinito, com bilhões de dimensões imateriais, onde o elemento de criação era o mais sutil de...