domingo, 18 de janeiro de 2015

Em coro

Teus olhos ofuscados pelo desamor pranteava
Inundando-os da salgada água da desesperança
Enquanto era atormentada por quem a maltratava
Fugindo de seus fantasmas e arquitetando vingança

Então, rompendo as trevas de angústia e dor
Surge ao longe, bem no alto, um belíssimo raio de luz
Que de repente rasga a escuridão em todo resplendor
Atingindo-lhe o peito criando um vórtice que a conduz

Tocando a nota musical que antes em teu íntimo dormia
Passas a irradiar luzes, que se sintonizam a sinfonia cósmica
Que é ouvida por toda centelha divina que forma uma única família

Em coro os anjos que de ti afloram entoam cânticos louvando teu renascer
Enquanto bilhões de minúsculas entidades iluminadas são atraídas por ti
Nos céus de todos os mundos em ti veem um clarão, pois é o teu amanhecer

 
Teus olhos ofuscados pelo desamor pranteava
Inundando-os da salgada água da desesperança
Enquanto era atormentada por quem a maltratava
Fugindo de seus fantasmas e arquitetando vingança

Então, rompendo as trevas de angústia e dor
Surge ao longe, bem no alto, um belíssimo raio de luz
Que de repente rasga a escuridão em todo resplendor
Atingindo-lhe o peito criando um vórtice que a conduz

Tocando a nota musical que antes em teu íntimo dormia
Passas a irradiar luzes, que se sintonizam a sinfonia cósmica
Que é ouvida por toda centelha divina que forma uma única família

Em coro os anjos que de ti afloram entoam cânticos louvando teu renascer
Enquanto bilhões de minúsculas entidades iluminadas são atraídas por ti
Nos céus de todos os mundos em ti veem um clarão, pois é o teu amanhecer


Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=286146 © Luso-Poemas
 
Teus olhos ofuscados pelo desamor pranteava
Inundando-os da salgada água da desesperança
Enquanto era atormentada por quem a maltratava
Fugindo de seus fantasmas e arquitetando vingança

Então, rompendo as trevas de angústia e dor
Surge ao longe, bem no alto, um belíssimo raio de luz
Que de repente rasga a escuridão em todo resplendor
Atingindo-lhe o peito criando um vórtice que a conduz

Tocando a nota musical que antes em teu íntimo dormia
Passas a irradiar luzes, que se sintonizam a sinfonia cósmica
Que é ouvida por toda centelha divina que forma uma única família

Em coro os anjos que de ti afloram entoam cânticos louvando teu renascer
Enquanto bilhões de minúsculas entidades iluminadas são atraídas por ti
Nos céus de todos os mundos em ti veem um clarão, pois é o teu amanhecer


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