terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Um verso do universo

Um verso do universo


Não se fala para produzir um mal
Nada nesta existência é real
Apenas um eco
De um verso
Do universo

Não se fala para produzir um mal
Nada nesta existência é real
Apenas um eco
De um verso
Do universo


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domingo, 18 de janeiro de 2015

Em coro

Teus olhos ofuscados pelo desamor pranteava
Inundando-os da salgada água da desesperança
Enquanto era atormentada por quem a maltratava
Fugindo de seus fantasmas e arquitetando vingança

Então, rompendo as trevas de angústia e dor
Surge ao longe, bem no alto, um belíssimo raio de luz
Que de repente rasga a escuridão em todo resplendor
Atingindo-lhe o peito criando um vórtice que a conduz

Tocando a nota musical que antes em teu íntimo dormia
Passas a irradiar luzes, que se sintonizam a sinfonia cósmica
Que é ouvida por toda centelha divina que forma uma única família

Em coro os anjos que de ti afloram entoam cânticos louvando teu renascer
Enquanto bilhões de minúsculas entidades iluminadas são atraídas por ti
Nos céus de todos os mundos em ti veem um clarão, pois é o teu amanhecer

 
Teus olhos ofuscados pelo desamor pranteava
Inundando-os da salgada água da desesperança
Enquanto era atormentada por quem a maltratava
Fugindo de seus fantasmas e arquitetando vingança

Então, rompendo as trevas de angústia e dor
Surge ao longe, bem no alto, um belíssimo raio de luz
Que de repente rasga a escuridão em todo resplendor
Atingindo-lhe o peito criando um vórtice que a conduz

Tocando a nota musical que antes em teu íntimo dormia
Passas a irradiar luzes, que se sintonizam a sinfonia cósmica
Que é ouvida por toda centelha divina que forma uma única família

Em coro os anjos que de ti afloram entoam cânticos louvando teu renascer
Enquanto bilhões de minúsculas entidades iluminadas são atraídas por ti
Nos céus de todos os mundos em ti veem um clarão, pois é o teu amanhecer


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Teus olhos ofuscados pelo desamor pranteava
Inundando-os da salgada água da desesperança
Enquanto era atormentada por quem a maltratava
Fugindo de seus fantasmas e arquitetando vingança

Então, rompendo as trevas de angústia e dor
Surge ao longe, bem no alto, um belíssimo raio de luz
Que de repente rasga a escuridão em todo resplendor
Atingindo-lhe o peito criando um vórtice que a conduz

Tocando a nota musical que antes em teu íntimo dormia
Passas a irradiar luzes, que se sintonizam a sinfonia cósmica
Que é ouvida por toda centelha divina que forma uma única família

Em coro os anjos que de ti afloram entoam cânticos louvando teu renascer
Enquanto bilhões de minúsculas entidades iluminadas são atraídas por ti
Nos céus de todos os mundos em ti veem um clarão, pois é o teu amanhecer


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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Uma conversa intima com meu eu






Quando Deus-Pai-Mãe-Criador se redimensionou a condição humana, ele o fez para equilibrar uma tensão a nível da energia Cósmica e seus infinitos desdobramentos e não por uma questão terrestre e humana. O dito acima pode ser escrito das mais diferentes formas, pois será apenas um desdobramento de algo infinitamente grande, mas contraditoriamente simples. O que foi realizado o foi com a visão do todo e da unidade, nada a ver com algo que a alma humana se lance inconsequentemente e careça depois ser resgatada. A visão torna-se bastante limitada quando busca adentrar algo desta envergadura. Acredito que nossa mente está evoluindo para perceber-se uma peça de uma engrenagem, onde um simples parafuso a pode comprometer, assim ao se dar atenção exclusiva ao parafuso, na verdade se está cuidando de toda engrenagem. De um modo geral as igrejas, os cultos, as religiões propagam uma ideia invertida do atendimento exclusivo de Deus-Pai-Mãe-Criador à condição humana. O que se escreveu é uma simples reflexão considerando-se inúmeras visões e limitações e é apenas uma conversa intima com meu eu, que partilho com outros “eus”, sem nenhuma presunção de obra pronta, talvez nem um grão de areia. Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=285175 © Luso-Poemas

Lúcifer, o projetista

Niom se manifestava através de um universo infinito, com bilhões de dimensões imateriais, onde o elemento de criação era o mais sutil de...