segunda-feira, 10 de março de 2014

Eternidade embaralhada



 

 

Navego em barco de comando desconhecido

Onde não há presente, passado ou futuro
Até onde a visão alcança apenas água
Onde cenas vivas que se sucedem aleatoriamente
Vendo sempre o mesmo “figurante” em trajes diversos
Que vem e vai bailando ao sabor da brisa
Cuja lembrança logo se esvai como fumaça
Fico neste contexto como “observador” de mim
Nada retendo dos sentimentos que vem a superfície

Percebo-me alma num oceano incognoscível

Buscando nas luzes do céu um propósito de sanidade
Diante a percepção de tamanha “loucura”,
Promovida por uma eternidade embaralhada em mim

Deus, Jesus cristo, guerra no céu e Diabo

Sim, uma confusão infernal até para explicar. Vamos lá pela vertente criacionista da forma mais simples possível. Dentro da sociedade có...