terça-feira, 17 de setembro de 2013

Mãe de todos

 

Negrura pantanosa 

 Sedentas não de sangue, mas de amor 

 

 

Oh terra, que de ti desapareça a crueza humana
Ancorada em corações de negrura pantanosa
Borbulhantes de odores fétidos
Tripulantes perdidos de si em viagem insana

Oh terra, cuja alma imaculada se sacrifica
Em prol de causa de destino incerto
Sustentando vidas vampirescas
Sucumbas lacaias que vivem de carniça

Oh terra mãe de todos
Aguardamos o momento de tua libertação
Que possa ancorar vidas harmoniosas
Sedentas não de sangue, mas de amor

À vestimenta de culpa

À vestimenta de culpa minha Por trás de teus olhos me faz Lembrar amor que continha Mistério, alegria e paz