quinta-feira, 4 de julho de 2013

Pequenos resgates

Compreender o ser humano em toda a sua dimensão é por demais complexo, assim como não conseguimos medir a extensão do universo, vencer a morte, responder questões antiquíssimas, como, quem sou, de onde vim, para onde vou?

  Vida que interage conscientemente com o universo

 Tudo era festa



Compreender o ser humano em toda a sua dimensão é por demais complexo, assim como não conseguimos medir a extensão do universo, vencer a morte, responder questões antiquíssimas, como, quem sou, de onde vim, para onde vou? Por mais que nos esforcemos não conseguimos chegar a uma conclusão final e isto faz com que se prolifere crenças mundo afora, sobre as mais variadas "Deidades", esta operação resgate não foi por acreditarmos em uma delas em particular, pois de forma alguma conseguiríamos a luz da verdade, identificar um Deus, ou o Deus, ou um ser supremo. Fazia no início parte de um grupo espiritual, havia chegado a este grupo, como se chega em qualquer um destes lugares, por intermédio da própria busca, fiquei sabendo via rádio que haveria uma palestra no Minas centro em Belo Horizonte, fui, no entanto, disse para o universo escutar que, se ao iniciar a palestra, o palestrante não falar de pronto sobre "os jardineiros do espaço", simplesmente me levantaria e iria embora, acreditando ter perdido o meu tempo.
Pois bem, não é que ele inicia dizendo que iria responder a uma pergunta feita a respeito dos jardineiros do espaço, havia sido atendido prontamente na minha exigência, que apenas eu mesmo sabia qual era, como não acreditar ter feito a coisa certa? Sai da tal palestra encantado com tudo e me integrei ao grupo em 1988, a 25 anos atrás e permaneci bastante atuante por mais de 12 anos, aprendi muito sobre a trajetória da alma e fiz muitos trabalhos sociais, porém, o real aprendizado só ocorreu mesmo, após me afastar deste grupo, com o objetivo "claro de fazer o resgate do ser aprisionado", pois este ser carecia de uma visão diferenciada, que ele não teria se ali eu permanecesse, como de fato ocorreu, o grupo não conseguiu cumprir sua meta e hoje nem mesmo mais sei o que ele é, ou a que ele serve, fato é que a vida mais uma vez me mostrou que, dentro de nós, quando cremos, quando temos a intenção de nos unir a uma vida mais luminosa, a uma vida que interage conscientemente com o universo, algo misterioso em nós acontece, caminhamos sempre no escuro, mas inconscientemente uma luz nos guia, amparando nossos passos, alguns acreditam que isso acontece quando, contatamos o nosso ser interior. O cuidado e o zelo pedem que não afirme isto ou aquilo, como quem prega um prego na madeira, mas apenas como alguém que fixa algo, apenas como uma referência, um ponto de partida, assim foram estes pequenos resgates de pontos na consciência do ser, que se estava resgatando para uma consciência de vida mais ampla e luminosa, uma vez que, no primeiro contato o mesmo habitava as trevas.
Eram três espaçonaves, todas de formato igual, tipo charuto na vertical, estacionadas no alto de uma montanha, estava-me dirigindo para lá em um veículo multidimensional para duas pessoas em altíssima velocidade, a nave que íamos embarcar era a do meio, a meu lado estava a prisioneira, durante esta viajem até a nave, uma voz falava conosco, nos colocando a par de todas as situações que iríamos viver no "interior da nave". A cada situação exposta a voz perguntava particularmente para cada um de nós, "você diz sim?"
Na última pergunta olhei para o meu lado direito onde estava sentada a prisioneira e vi e ouvi ela disser sim,
a última proposta era que iriam apagar as nossas lembranças, como condição para adentramos a nave, ambos respondemos que sim, talvez ainda tenha um de meus veículos de expressão nesta "viajem", apenas não lembro.
As águas estavam subindo lentamente e cobrindo toda a terra, havia combinado de me encontrar com a prisioneira, que estava neste acontecimento multidimensional em liberdade, no alto de uma montanha onde havia uma igreja, estava a poucos minutos da igreja, concluindo dois resgates que eram fundamentais para a prisioneira, que eram duas crianças, estava com elas em um veículo que as transportaria, quando elas adormeceram, o resgate estava realizado, então cheguei a escadaria da igreja, sentei desanimado nos degraus, pois as águas já tinham coberto toda a terra, só faltava cobrir a igreja, não conseguia ver mais nada pois havia escurecido e tinha muita neblina, quando achei que tudo estava perdido pois, sem ela não poderia entrar na igreja, uma mão toca meu ombro, ela tinha chegado primeiro que eu, apenas não a tinha visto, ao adentrar-nos a igreja "tudo era festa" e novamente nossas recordações lá do interior foram apagadas.

Leia também o resgate de uma vida esquecida
 http://www.sendoluzmaior.com/2013/06/o-resgate-de-uma-vida.html



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