domingo, 14 de julho de 2013

As duas maiores potências do universo




  O amor e o ódio

 

 Operação resgate

Do livro O resgate de uma vida esquecida


Do ponto de vista espiritual e mediúnico deste que vos fala, as duas maiores potências deste universo de dualidade, disponível para a evolução da vida nele nascida são o amor e o ódio, ambos com o mesmíssimo peso evolutivo, ou seja um não é maior que o outro, nem melhor ou pior. Não se leva em conta a carga emocional que a vida experimenta ao vivenciar um ou outro (amor e ódio), mas o que de fato é valor evolucionário é o que se faz ao vivenciá-los. 
É evidente que o ser que experimenta o ódio em sua trajetória de vida carece ainda conhecer muito do amor, e o contrário também se aplica, independente do nosso querer.
 Devemos destacar, por considerar ser de absoluta importância, que ambos aprisionam o ser que os experimenta na mesma proporção, como não sou dono da verdade e nem mesmo nela creio, sob alguns aspectos a de se considerar se o amor não é a maior prisão. Considero uma prisão que o ser cria com gosto e se a vida não o "triturar o suficiente", não se atinge um dos objetivos do amor, que é ser libertador, liberta o ser da dor de amar, liberta o ser de "si mesmo".
O amor parece ter mais atrativos, portanto torna-se muito difícil percebê-lo com "aprisionador", que prossegue após a morte trazendo retalhos de lembranças "muito fortes, como um sinalizador, avisando de que existe "algo ali". Este aspecto do amor é muito sutil.
Uma outra característica do amor é permitir a instalação do ódio, em casos em que primeiro se experimenta o ódio, que tritura o ser, para assim o tornar apto a um amor mais "refinado".
Não há uma regra básica, amor e ódio cumprem a mesma função neste universo, a de oportunidade evolutiva que constitui prisão. Somente prisioneiros podem sonhar sonhos de libertação e construir mundos livres, portanto com base neste pensamento, não é tão louco assim, aventar que estamos construindo "mundos livres" em "realidades alternativas. O cosmo tem para nós humanidade os planos, A, B, C, D, e por ai vai.
Na operação resgate de que trata este livro, já havia percebido com bastante ênfase, estes detalhes de amor e ódio, ambos libertadores, a mesma oportunidade dada de forma diferente, mas, foi com o cuidado com minha mãe e a sua morte, que tal aprendizado assumiu um papel bastante diferenciado, uma vez, que passei a  "tratar dela também após seu desencarne", onde estou aprendendo muito mais e podendo partilhar.
Sinto que os aprendizados mediúnicos com minha mãe, estes contatos frequentes, estão-me capacitando a ter "novas ferramentas" para lidar com o resgate em curso, visto, que há muitos envolvidos sendo resgatados também. A luz em mim esta chegando a locais antes escuros e tem iluminado com mais potência o meu próprio centro espiritual, que é minha "área cardíaca", todos estes contatos acontecem ali primeiro, antes que o cérebro o perceba.
Minha mãe, mais precisamente, um elo dela, encontra-se aprisionado em suas lembranças e este elo está sendo purificado, limpo, trabalhado, assistido, com a minha participação consciente, o que difere do resgate em curso é, que os "outros estão encarnados na terra", ela não.

Leia também o resgate de uma vida esquecida
 http://www.sendoluzmaior.com/2013/06/o-resgate-de-uma-vida.html

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