terça-feira, 25 de junho de 2013

O resgate de uma alma perdida- parte 2

Porem, internamente reconhecia que esta experiência insólita estava a acontecer, porque passei anos e anos da minha vida, a pedir uma oportunidade para aprender a amar e não é que a mesma havia chegado, reconheci de pronto.

  Um véu de densidade etérea

 Em uma dimensão da vida



No momento de fazer um contato verbal para se estabelecer uma comunicação, surgiu a questão de como fazer, uma vez que o prisioneiro poderia não encontrar um parâmetro entre o que se tentaria mostrar e as suas próprias referências internas, então comecei a buscar internamente uma forma que pudesse demonstrar ao mesmo, que existia um mundo lá fora, com aromas agradáveis, uma luz que se desdobrava em cores, a beleza das flores, o orvalho das manhãs, o canto do pássaros, tinha que despertar nele, a vontade de conhecer "coisas novas".
Neste momento em meu interno a vida se desdobrava em infinitas possibilidades dimensionais, num contexto atemporal, sem "localidade", sem endereço, então comecei a pegar "fios de vidas", que me ligavam muito profundamente a aquele ser, que não conseguia distinguir se era, masculino ou feminino, pois havia um véu de densidade etérea, que me permitia ver tudo com muitos detalhes, exceto a face do ser, no entanto por "vibração", sabia de quem se tratava, então comecei a ver, onde nossa vida se "ligava".
Tudo começou em uma dimensão da vida, que para entendimento chamaremos de vidas passadas e vidas alternativas, onde este que vos fala era líder de uma comunidade tribal de poucos recursos, que constantemente era atacada e saqueada por um império bem enraizado e fortalecido por um castelo central bem fortificado, cujo "poder" se estruturava em um "Rei".
O Rei tinha uma filha que tinha uma rotina de sempre sair pela manhã para cavalgar, nestas ocasiões a mesma sempre se fazia acompanhar por sua guarda pessoal, sempre escondido a observar a filha do rei, já farto de tantas guerras, comecei a me questionar se a filha do rei tivesse um bom coração, poderia intermediar um acordo de paz. Um dia empulhando uma bandeira branca me aproximei da princesa, a mesma não quis saber de qualquer acordo e sua guarda me atacou, morri naquela ocasião, tendo meu corpo atirado do alto de um precipício, por ironia do destino, tinha certeza que o tal prisioneiro que por hora buscava-me comunicar, era a princesa, filha do rei. Surgia assim uma pergunta, que revira volta da vida a tinha colocado em tal situação, que a fazia depender da determinação daquele que um dia, a mesma teve a vida "nas mãos?
Porem, internamente reconhecia que esta experiência insólita estava a acontecer, porque passei anos e anos da minha vida, a pedir uma oportunidade para aprender a amar e não é que a mesma havia chegado, reconheci de pronto.
Não é dito que devemos amar nossos inimigos, que diferença faria para a eternidade cósmica, gostar de quem gosta de mim, amar quem me ama, se isto já é praticamente uma rotina humana?
Na escola universal do amor incondicional oriundo de níveis divinos o aprendizado é outro bem diferente.
As lembranças de outras vidas com o prisioneiro foram se sucedendo, de forma que chegou num ponto, de saber tudo sobre ele, e o mesmo nada sobre mim.
Um dado relevante, era que não conseguia localizar no tempo, aquele momento daquele ser aprisionado, em relação a tudo que via, seria passado, presente, futuro, ou era tudo ao mesmo tempo?
Fosse o que fosse, vivia algo em relação a aquele ser que era irreversível e como base de comunicação o incentivei a começar a prestar bastante atenção em tudo que acontecia em sua cela, nos mínimos detalhes e todas vez que ele os partilhava, sempre acrescentava outros, para poder demonstrar a limitação da visão e da percepção inerente ao ser humano e ao seu aparato biológico, esta foi a primeira estratégia libertadora a ser adotada.

 Ilustrações - Giovanna de 8 anos

Abaixo link da parte1-
http://www.sendoluzmaior.com/2013/06/o-resgate-de-uma-vida.html
http://www.sendoluzmaior.com/2013/06/o-resgate-de-uma-vida-esquecida-parte-3.html


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