sexta-feira, 21 de junho de 2013

Alienação parental



Um pai presente

 Privado do convívio íntimo

Estava conversando com um amigo, que vive uma situação semelhante a minha em relação a sua filha, de um modo geral aqui no Brasil, os filhos quando o "casal separa, ficam com a mãe, hoje temos a guarda compartilhada, mas é complicado devido a escola, mas um sentimento que compartilho com meu amigo, se da no fato de que, a educação dos filhos ficam praticamente nas mãos da mães, pois não há como se educar um filho, uma criança, com finais de semanas alternados, o pai no caso, meu e do meu amigo, fica tipo a "margem" da vida do filho.
No meu caso específico, sem entrar em detalhes por hora, posso afirmar que minha situação é bastante humilhante e constrangedora, é a maldita vida capitalista, medida por "tostões", pelo tipo da casa, pelo tipo do carro, pela conta bancária, em menosprezo a um pai, que já "criou" dois filhos e ainda cuida e educa uma neta.
O amor, o zelo, o carinho, o cuidado, para esse sistema caduco, arcaico, explorador e sanguinolento, não vale nada, quando cuidei de minha mãe, já em fase terminal, ficou claríssimo para mim, como é "bestial", essa vida, em que as pessoas HUMILHAM as outras, em função, desta desgraça do mundo ''chamado dinheiro". Quem é que diante a morte, consegue ao menos sustentar suas emoções em coisas materiais? Nem mesmo os próprios ossos se levam além túmulo.
Para minha mãe lá no leito, nada era mais importante que a minha presença, que dava comida na boca, os remédios na hora certa, o banho, tudo, todos diziam que os olhos dela brilhavam na minha presença, me digam se o dinheiro consegue fazer o amor brotar no coração de um ser. Não ganho para olhar minha neta, como muitos outros faço por amor, pois nada paga o carinho que ela tem comigo, nada paga os abraços que ela me dá, nada paga o sorriso e não tem preço, ouvir ela não cansar de dizer, que me ama.
Nada, absolutamente nada deste mundo pode pagar o sofrimento que é ter sido privado do convívio íntimo com minha filha, nada substitui isso para um pai, que ama um filho, sempre fui um pai presente na vida dos meus filhos, eles e minha neta são testemunhas vivas, do cuidado com eles e minha mãe o foi, quando ainda era "viva".
A alienação parental, não precisa ser direcionada intencionalmente para ela existir, o próprio convívio mais prolongado com um dos genitores já faz isso, me parece que este é um mal irreparável na separação de um casal, no meu caso, percebo que seja lá o que faça, por mais que me desdobre no cuidado com a minha filha, quando ela está comigo, nunca, jamais será a mesma coisa, em comparação ao que seria se ela morasse comigo.
As mães não precisam fazer a "cabeça" das filhas contra os pais, a alienação parental, acontece simplesmente, pelo pouco convívio.
A "estadia", sempre perde para o convívio.

Leia também o resgate de uma vida esquecida
 http://www.sendoluzmaior.com/2013/06/o-resgate-de-uma-vida.html

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