domingo, 27 de janeiro de 2013

Eco, um vento sopra, sua imagem morta em mim




Falo e ouço apenas o eco de mim Falo e ouço apenas o eco de mim  Meus olhos cismam enevoados  Sombras bailam difusas  Um contorcionismo sem fim

 Sua imagem morta em mim


Falo e ouço apenas o eco de mim
Meus olhos cismam enevoados
Sombras bailam difusas
Um contorcionismo sem fim

O silêncio grita e berra
Meu coração acelera
Um vento sopra
Sua imagem morta em mim


Fora coisa inútil

Jogando fora os cacos A terra fértil   Para minha alma   Sonhei que caminhava com um grupo, quando percebi que alguma coisa e...