domingo, 27 de janeiro de 2013

Código, o nosso DNA

 Torre de babel

 Arcabouço genético


A forma como o nosso genoma identifica a luz que ele capta, todos os nossos sentidos e percepções são condicionados a ele.Se eu alma estivesse em pele de formiga, perceberia o mundo como ela, se em pele de leão como ele e assim por diante.Para o cérebro fazer uma informação chegar ao consciente ele necessita fazer as devidas conexões neurais, toda experiência humana é condicionada a sua cela individual, uma vez que a parte do DNA considerada lixo e descartada pela ciência, é mutável de acordo com o meio a que está exposto, desta forma a informação recebida é sempre um código a ser traduzido pelo arcabouço genético que se tem.
Cada raça humana tem em seu arcabouço genético uma tradução diferenciada para a luz que capta, tornando a raça humana uma verdadeira "torre de babel", não existe um pensar unificado, pois o que se tem geneticamente falando é uma "gororoba", uma mistura genética infernal.
Não demora muito o milho que comemos vai sonorizar  o seu gemer  ao ser extraído do pé pois, genes de animais estão sendo agregados a eles.
Fiz os rabiscos acima para dizer que segundo o meu ponto de vista o ambiente externo e interno influência diretamente na consciência e na percepção que a alma tem deste mundo, muda-se o ambiente e o "perceber" será outro.
Em resposta a uma discussão sobre liberdade está ai uma das formas de submissão que cerceiam a liberdade, pois para a humanidade aspirar a ela, esta aspiração vem de um nível onde o espírito é que é o "prisioneiro", não havendo liberdade no nível espiritual, jamais haverá no humano, haja revolução, haja guerra, não muda nada.
O dia que a formiga puder falar na ONU, quem sabe?


O todo poderoso Google não responde a reclamações

Roubaram minha imagem na internet do google meu negócio. Assim, quando uma pessoa faz pesquisa no google com algum problema hidráulico,...