sábado, 1 de setembro de 2012

Nos braços da paz

 

 

Como é doce, suave e meiga A voz Que sem palavras Ecoa No profundoSuave e meiga  

 Ao sagrado


Como é doce, suave e meiga

A voz

Que sem palavras

Ecoa

No profundo

Do meu ser

Como uma melodia

Encanta meu espírito

Me levando brandamente

Ao sagrado

Ao divino

Sem expressão me calo

O silêncio diz tudo

E sem reservas

Me entrego nos

Braços da paz.

Fora coisa inútil

Jogando fora os cacos A terra fértil   Para minha alma   Sonhei que caminhava com um grupo, quando percebi que alguma coisa e...