quinta-feira, 10 de março de 2011

o amor e o outro

O amor e os outros

Os outros e o amor

Tudo que nos cerca, a forma como percebemos o mundo, as pessoas, nossas emoções e sentimentos, tudo é um intrincado emaranhado de muitas faces e dimensões, tornando a vida algo tão profunda, quanto misteriosamente indecifrável e enigmático, desafiando a nossa mais aguçada percepção

Tudo que nos cerca, a forma como percebemos o mundo, as pessoas, nossas emoções e sentimentos, tudo é um intrincado emaranhado de muitas faces e dimensões, tornando a vida algo tão profunda, quanto misteriosamente indecifrável e enigmático, desafiando a nossa mais aguçada percepção
Tudo que nos cerca, a forma como percebemos o mundo, as pessoas, nossas emoções e sentimentos, tudo é um intrincado emaranhado de muitas faces e dimensões, tornando a vida algo tão profunda, quanto misteriosamente indecifrável e enigmático, desafiando a nossa mais aguçada percepção
Tudo que nos cerca, a forma como percebemos o mundo, as pessoas, nossas emoções e sentimentos, tudo é um intrincado emaranhado de muitas faces e dimensões, tornando a vida algo tão profunda, quanto misteriosamente indecifrável e enigmático, desafiando a nossa mais aguçada percepção.
 Hoje tive várias oportunidades de reflexões e aprendizados, que passo a partilhar com você amigo, leitor. Quando menino vários fatos marcaram minha infância, deixando impresso na memória várias lembranças, difíceis de apagar, como algo que sempre volta, que esta lá em algum lugar, escondido, sempre pronto a se mostrar.
 Depois de trinta e nove anos por capricho do destino, se é que existe isso, por mero acaso, sem mesmo querer, em busca de um determinado endereço, passei de frente a casa que morei  por 12 anos de minha infância. Foi muitíssimo estranho andar por aquela rua, as lembranças em nada batiam com o que eu via, tinha uma sensação de coisa velha e morta, tudo absolutamente mudado, nada mais batia com minhas lembranças absolutamente nada, tudo tinha sido demolido e coisas novas surgiram, porem abafando muito o lugar, a única coisa que permaneceu intacto foi a própria rua, o asfalto não passou por lá, permanecendo o calçamento, que costumávamos descer a rua surfando numa prancha de madeira bem lisa e escorregadia. Permanece em mim a sensação de algo que não existe mais, porém fica registrado na memória.
Já ouvi muita gente dizer que, se existisse vida passada a pessoa tinha que lembrar, não sei qual o mecanismo do esquecimento, mas considero muito sábio não ter lembranças, seria um fardo a mais a carregar. O que quer que seja que tenhamos vivido já não existe mais, não há como retornar para aquele momento sem perder-se, todos os avisos ditam não se deve mexer com o tempo, perde-se o hoje, o "agora" não  espera.
Lembrei-me agora de um seriado de televisão que era justamente dois viajantes perdidos no tempo. O hoje é sempre novo, aceitar seus desafios, nos coloca diante sempre daquilo que precisamos, acreditando em nós mesmos, podemos percorrer com clareza as trilhas da vida. Sem dúvida um fortíssimo elo de acorrentamento é o passado. Hoje também uma pessoa enviou uma mensagem, onde ela mostra descontentamento em relação à atitude das pessoas com ela, ela assim relatou:
Se a vida é minha e sou a única responsável por mim, porque as pessoas se preocupam comigo, ou se metem nela?
É que a vida é composta de inúmeras dimensões de uma mesma situação, saber caminhar com aceitação de tudo que nos rodeia é sabedoria e amor. Nós não podemos mudar o outro, pois ele é outro mundo outra realidade, e como nós, tem pleno direito de existir, embora existem '' aqueles'', que consideram toda a raça humana um erro de criação e sempre tramam um joguinho para sua extinção, deste ponto de vista, este incômodo seu em relação as pessoas é minúsculo, dentro de uma realidade que desconheces.
 Pois se de um lado não aceita as pessoas como elas são e se sente incomodada, saiba que a sua simples existência incomoda muita gente e foi motivo de intensas batalhas intermináveis, por isso minha amiga, neste joguinho cósmico, o dia que aceitarmos  o outro como ele é, talvez quem sabe nos aceitem também.
 E não podemos deixar de perceber outra face desta realidade, se temos dificuldades com semelhantes nossos, dirá com seres bem diferentes. Saberia aceitar a pessoas destas fotos? É preciso cultivar o amor incondicional pela vida em todos os seus desdobramentos, para mudar uma conjuntura que é cósmica e não apenas doméstica. Ademais se a presença do outro me incomoda é sinal claro, que não sei amar nem a mim mesmo, pois somos um. Me perdoem se não está escrito na proporção adequada de amor, mas ainda chego lá. Luz e paz, amor fraterno
Sendoluzmaior
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