sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

A Guerra de Órion





Órion vai muito além de ser um ponto geográfico no cosmos, ou mesmo o berço de todas as raças e civilizações, é o ultra secreto ponto de partida para o auto conhecimento humano. Sem  Órion no contexto da consciência humana, a vida não ganha a sua devida proporção. Para a evolução da consciência humana como cidadão cósmico e não como um ser planetário, se requer o real conhecimento da sua própria ancestralidade. Contudo, ao se mencionar isso, não significa uma investigação do passado, onde este figura como corrente aprisionante.  A mente racionaliza tudo, como se um buraco negro fosse racional. Abster-se do conceito de tempo é libertador. Tudo é agora, como em uma dança onde a melodia determina o ritmo da mesma em movimentos contínuos. Lendo um livro como este uma única palavra pode vir ser a chave que vos destranque. Buscar esta ancestralidade é algo vivo e pulsante no interior de cada célula viva. Assim, mesmo que se fale de um passado para que as mentes possam se localizar, em realidade falamos do agora dentro de nós mesmos. Duas letras me libertaram dos grilhões do conceito tempo: Ur[1]


[1] Ur (em sumério: Urim;[1] cuneiforme sumério: URIM2KI ou URIM5KI;[2] acádio: Uru[3]) foi uma importante cidade-estado na antiga Suméria, localizada nas proximidades da atual cidade de Tell el-Muqayyar, na província de Dhi Qar do Iraque.[4] Embora na Antiguidade fosse uma cidade litorânea, situada na foz do rio Eufrates, no Golfo Pérsico, atualmente situa-se no interior do país, ao sul da margem direita do Eufrates, a 16 quilômetros de Nassíria.
O padroeiro da cidade era Nanna, a divindade lunar suméria, e o nome da cidade deriva, em sua origem, do nome do deus, URIM2KI, grafia clássica suméria de LAK-32.UNUGKI, literalmente "a morada (UNUG) de Nanna (LAK-32)".[5]
O sítio arqueológico de Ur caracteriza-se pelas ruínas do Grande Zigurate de Ur, que continha o santuário de Nanna, escavado na década de 1930. O templo foi construído no século XXI a.C. (cronologia curta), durante o reinado de Ur-Nammu, e foi reconstruído no século VI a.C. por Nabonido. As ruínas abrangem uma área de 1 200 metros de noroeste a sudeste e 800 metros de nordeste a sudoeste, e se elevavam a 20 metros acima do nível atual da planície local.[6]
De acordo com o livro bíblico de Génesis, foi a residência de Abraão, patriarca dos hebreus, considerada também a maior cidade de sua época. Em sua peregrinação, Abraão sai de Ur e vai para Harã e de lá para Canaã; nessa época muitos clãs migravam para a região conhecida como Crescente Fértil[7].
Referência das informações acima Wikipédia a enciclopédia livre.


Depressão e síndrome do Pânico




Ao longo da história humana, desde a era das cavernas o homem teve  medo e este se tornou a sua mola impulsionadora.
Foi visto que uma forma de compensar este medo seria ter o poder sobre o que lhe trazia insegurança. Enfrentar feras selvagens, inimigos etc. Construiu armas e se reuniu em bandos. A força do bando lhe trazia segurança. Estes grupos humanos exigiam líderes, que cada um a seu critério desenvolveu a sua técnica de controle. Quanto mais indivíduos e armas mais força e poder. Mais força e poder exigiam líderes cada vez mais sagazes. Pela dor, sofrimento e morte, o homem interpretou por si mesmo o que era o mal, por tudo que era o oposto disso ele começou a crer no bem. Assim pela sagacidade dos líderes para se manterem no poder adotaram aspectos superiores, tinham que dar boas coisas as massas, ou que assim elas interpretassem. Bem e mal passaram a fazer parte dos jogos de poder. Isso posto dentro da crença humana que nos foi imposta de que estamos sozinhos no universo, pois se não o fosse nossos líderes perderiam o poder. Acredito que nossas células guardam a memória de tudo que a humanidade vivenciou ao longo de sua trajetória, ou pelo menos parte da ciência afirma isso. Tudo se basearia na capacidade cerebral de traduzir e interpretar, contudo usamos muito pouco deste instrumento. Desde menino vejo coisas com a qual sou confrontado, às vezes, mesmo que isso de ver o que a maioria não enxerga tenha se tornado rotina, certas visões me impressionam pelo nível de realidade tangível que trazem. Para finalizar darei um exemplo. Uma amiga que não via a anos. Tive um sonho onde ela chegou a minha casa em um caro de luxo, ao abraçá-la percebi que ela estava grávida, ela me disse que a gravidez era segredo, pois sempre perdia o feto antes de dois meses. Dias depois, ela de fato vai a minha casa de surpresa e tudo do sonho se cumpriu com cem por cento de fidelidade. O cérebro pode se comunicar por vias ainda desconhecidas, assim como na era das cavernas não tínhamos como imaginar um celular, hoje desconhecemos ou não usamos muito da sua real capacidade.
Hoje isolados em nosso egoísmo vivemos doenças característica dos tempos modernos, pelo afastamento gradual daquilo que transcende este mundo.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

"Eu sou honesta sim, você que é um hipócrita"

Lamúrias mil sobre a corrupção política, bilhões roubados da nação Brasileira. Uma população tão honesta não merece isso, não é mesmo? Outro dia, uma Sra. insultou-me sobre meus textos: "Eu sou honesta sim, você que é um hipócrita". Oh palavra tão usada e atual! Um dia pela manhã fazia uma caminhada rotineira quando vi um vazamento de água na rua, o mesmo era bem de frente à casa da cidadã honesta. Não avisei de imediato a Companhia de água e esgoto, pois estava sem celular. Mais tarde, quando foram lá fazer o conserto, constataram que o fluxo do vazamento era oriundo de uma tubulação clandestina que abastecia a residência da "cidadã honesta". Ao fazerem investigações posteriores ficou provado que ela nunca pagou pelo consumo de água e o mesmo ocorria com a energia elétrica. Assim, hoje quando se lamuria por justiça dificilmente não se terá uma espada sobre a própria cabeça. O mal está sempre no outro.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

O diário do pestilento

Quando o mundo achava que já havia visto de tudo, eis que lá nos confundo do Judas nasce com o cordão umbilical enrolado no pescoço, o nosso herói da história que ficou conhecido mundialmente como O Pestilento. Assim, com certeza a primeira dificuldade que enfrentou na vida, foi literalmente ter nascido com a corda no pescoço e ter de lutar por sua existência neste mundo. Logo depois desta primeira batalha, os médicos olham para ele e dizem à sua mãe: - esse aí não vai sobreviver. Contradizendo o prognóstico que fizeram sobre ele, o mesmo se desenvolve forte, feliz e com um dom que irá nortear toda a sua enigmática vida.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Expurgo



Dentro da conjuntura planetária, o ser em evolução é a própria consciência da terra, que num passado remoto ofertou-se em sacrifício para receber em si seres degredados. Com isso ele chega ao ápice deste trabalho e parte em consciência para outras esferas em rota ascendente. Atrai para si as vidas que possam continuar consigo e expurga as demais. Aquilo que para o ser planetário acontece em dias, para as vidas nelas inseridas podem ser anos. Assim, no teatro de expurgo temos cada ator representando com fidelidade o seu papel. Tudo é exposto à luz para que os de sintonia com ele tenham a clareza de cada passo e momento. O único expurgo que de fato será incinerado e totalmente consumido vem do meio político, os outros terão suas moradas no universo para continuarem suas evoluções. Isto se dá, pois foi a ultima chance dada, nenhum deles souberam aproveitar. Este é apenas um foco percebido na consciência terra em evolução, há outros.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Transcendência Objetiva

Metáforas, parábolas no sentido espiritual e esotérico, se referem a algo que possa ser captado pela mente humana e traduzido pelo receptor no nível de consciência em que ele se encontrar; trazendo ao mesmo " a roupa que lhe veste, adequada à estação do momento". Em outras palavras, " o frio conforme o cobertor", " a quantidade de alimento segundo à fome". Cada indivíduo que ouvir uma metáfora de cunho espiritual e transcendente[1] receberá da mesma o benefício daquilo que puder absorver. Ou seja, uma mesma semente jogada em solo fértil poderá dar 30, 60 e 100.


[1] Metafísico; que excede ou vai além da natureza física, concreta das coisas.
Metáforas, parábolas no sentido espiritual e esotérico, se referem a algo que possa ser captado pela mente humana e traduzido pelo receptor no nível de consciência em que ele se encontrar; trazendo ao mesmo " a roupa que lhe veste, adequada à estação do momento". Em outras palavras, " o frio conforme o cobertor", " a quantidade de alimento segundo à fome". Cada indivíduo que ouvir uma metáfora de cunho espiritual e transcendente receberá da mesma o benefício daquilo que puder absorver. Ou seja, uma mesma semente jogada em solo fértil poderá dar 30, 60 e 100.


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Metáforas, parábolas no sentido espiritual e esotérico, se referem a algo que possa ser captado pela mente humana e traduzido pelo receptor no nível de consciência em que ele se encontrar; trazendo ao mesmo " a roupa que lhe veste, adequada à estação do momento". Em outras palavras, " o frio conforme o cobertor", " a quantidade de alimento segundo à fome". Cada indivíduo que ouvir uma metáfora de cunho espiritual e transcendente receberá da mesma o benefício daquilo que puder absorver. Ou seja, uma mesma semente jogada em solo fértil poderá dar 30, 60 e 100.


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A Guerra de Órion

Órion vai muito além de ser um ponto geográfico no cosmos, ou mesmo o berço de todas as raças e civilizações, é o ultra secreto ...